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O homem de olhos tristes


Sai de casa mais cedo hoje, precisava ir ao trabalho do meu filho pegar os créditos de alimentação para nossa numerosa família. Além dos afazeres normais que minha função na comunidade exigia, esses trabalhos sempre acabavam sobrando para mim, afinal como dizem os meninos, a vovó fica em casa mesmo…

Venci a distância que separava nossa casa, apenas três quadras, do transporte principal da região. Gosto, sinceramente, de andar pelas quadras do vilarejo, são arborizadas passando a sensação de viver afastada da cidade nova.

Enquanto usava o aerotrilho para ir do pequeno vilarejo à cidade, vi uma mulher com um casal de crianças. Não que isso não fosse anormal, ao contrário, haviam centenas, por que não dizer milhares como eles, mas algo me chamou a atenção, a mulher reclamava muito e isso lembrou minha mãe. Por instantes senti muito a falta dela, isso é normal nos seres humanos, só damos conta do valor daqueles que amamos quando perdemos.

Chego rápido no trabalho do meu primogênito e assim que consigo os créditos vou até a escola onde a atual mulher dele trabalha e transfiro os créditos de minha pulseira para a dela.

Tinha pressa, não porque precisava fazer algo importante no meu trabalho, mas para evitar perder o aerotrilho da cidade nova. Sabia que se fosse esperar pelo próximo, só chegaria ao final da tarde em casa, ou teria como opção apanhar o que passava aos arredores da cidade velha. Este era mais lento, parando em algumas das estações daquele lugar. O outro, da cidade nova possibilitaria adiantar um par de horas, o que seria muito bom.

Não consegui. Tomei o da cidade velha.

Desde a infância não gostava dali, trazia lembranças tristes e, além disso, podia-se ver, de certo ponto, os portais do terror. Sei que para a nova geração estes portais não significam nada, apenas um perigo que existiu há muitos anos e que ao longo destes acabou se transformando em lenda urbana, para assustar crianças e até mesmo jovens desajustados. Um aglomerado de rochas, metais e polímeros alienígenas que para nada serviam em dias modernos.

A cidade velha foi onde eu nasci. Alias onde nasceram todos os que tinham mais de quarenta anos de vida e era assim chamada não apenas porque era antiga, mas porque foi ela a mais próxima dos portais que, quando começaram a se formar e se abriram mostrando todo o horror que habitavam nas dimensões paralelas, causaram centenas de milhões de mortos em nossa espécie. Foi ela a que foi tantas vezes atacada e arrasada.

A senhora quer que ajude com a bolsa – perguntou um dos seguranças quando me preparava para embarcar no aerotrilho.

Era um dos jovens que haviam escolhido servir nas forças de segurança continental, moreno e sorridente, parecia disposto a me ajudar.

Obrigada – olhei em seu rosto e sorri retribuindo sua boa educação – não é preciso.

Logo me sento e volto a divagar enquanto observo o transporte entrar na cidade velha. É ainda difícil acreditar como as coisas aconteciam rápido naqueles dias, eu tinha doze anos e lembro que estava chegando em casa, vindo da escola quando vi minha mãe atravessar a rua correndo para ver com mais exatidão os clarões no horizonte e ouvir os estrondos causados, pelo que depois soubemos ser, um portal interdimensional se formando. Assim como ela diversas pessoas saíram às ruas para comprovar as notícias dadas pela televisão. Ninguém saberia nas próximas horas o que seria aquilo e porque emitia tanta luz azulada e fazia um zumbido enlouquecedor. De início achei lindo ver como sugava com uma força descomunal tudo o que estava por perto, em um raio de poucos quilômetros para, em seguida, devolver o que havia engolido e muito mais. Depois de examinados pelos nossos cientistas, concluíram que materiais alienígenas haviam sido enviados para cá.

As autoridades imediatamente iniciaram uma evacuação, mas retirar dois milhões de pessoas de um lugar era difícil e exigia uma logística para a qual não estávamos preparados e para complicar diversos países, mundo afora, mandaram soldados para qualquer eventualidade e cientistas para examinar o fenômeno surgido, enquanto isso maior o portal se tornava. Dezenas de canais de televisão com seus jornalistas e equipes de filmagem, mostravam a estranha formação até que poucos dias depois, o impensável ocorreu.

Sem que soubéssemos como, ele se abriu outra vez e além do ar pútrido que exalava, diversas criaturas inimagináveis começaram a surgir de dentro do portal e, apesar dos esforços dos soldados para contê-las, dirigiram-se para ao redor da cidade, atacando a população surpresa. Milhares de nossos soldados e cidadãos morreram naquele que ficou conhecido como o dia do terror sem fim.

As criaturas selvagens foram seguidas de objetos mecanizados voadores, dezenas, centenas deles que, começaram a atravessar o portal em uma longa invasão que duraria meses a fio.

Como era de se antever a invasão ocasionou uma guerra sem tréguas por anos, mas o que esperar?

Hoje vejo que não foi dado aos habitantes daquela época muitas opções e apesar do que pensam os hipócritas colaboracionistas, sei que salvaram nossas vidas.

Depois de década de guerras e massacres de ambos os lados, acabou. Simples assim. Os ataques dos invasores passaram a ficar mais esparsos, cada vez mais raros e nossos lideres políticos e militares entenderam que não havia o que fazer. Eles não haviam conseguido dominar o planeta e nós não conseguimos expulsá-los. Levamos uma pequenina vantagem pois fechamos e destruímos o portal de ambos os lados.

A geração seguinte aprendeu que eles vieram para ficar e fim. Construíram algumas cidades sobre os oceanos, algumas no atlântico e outras sobre o pacífico e por lá habitam até hoje. Não há guerras e também não há paz.

O rescaldo sobrou para a população ao longo dos meses e anos posteriores à invasão, as criaturas que atravessaram o portal eram temíveis. Milhares vagavam agora pelo planeta afora, principalmente os alados que rapidamente se espalharam e os marinhos que conseguiram chegar aos mares, levadas pelos grandes rios. Essas criaturas transformaram totalmente a cadeia alimentar do nosso planeta.

As lembranças fizeram com que um arrepio atravessasse meu corpo, ao mesmo tempo que o aerotrilho passou lentamente nos arredores da imensa zona destruída. Pude sentir outra vez o mesmo medo de quatro décadas atrás. O aerotrilho foi parando lentamente até chegar, coincidentemente, a um lugar que marcou minha vida para sempre.

Já suava frio quando vi um dos empregados da rede passando pelo vagão em que eu estava, dizer que ficaríamos parados.

Vamos ficar parados muito tempo senhor? – perguntei.

O homem apressado vestia uniforme da empresa e mal olhou no meu rosto para responder que sim.

O fato é que havia lendas que diziam existir criaturas antigas sobreviventes, que essas criaturas muitas delas solífugas, não podiam ser vistas a olho nu e que às vezes, capturavam algum humano desavisado. Seria esse o motivo da preocupação daquele homem, pensei.

Apenas alguns minutos madame, estão fazendo manutenção na rede e logo voltaremos a andar – disse – fique tranquila.

Era tarde demais, um turbilhão de lembranças alcançava inexorável a minha mente.

Vi-me naquela mesma rua há tantos anos, com minha mãe e meu irmão correndo desesperados enquanto uma das enormes bestas interdimensionais caçava e devorava humanos à revelia, dezenas e dezenas de pessoas alvoroçadas como baratas corriam desesperadas. Depois de alguns metros conseguimos nos esconder na estrutura de um dos prédios que não ruiu totalmente e por lá ficamos junto de pessoas desconhecidas por dias a fio até que a sede e a fome começaram a influir no comportamento dos que ali se encontravam.

De incio alguns ficaram nervosos por estarem presos, então vieram as agressões, ameaças e por último as tentativas de colocarem os mais fracos, idosos e até mesmo crianças para fora na esperança de as criaturas irem embora depois de se satisfazerem.

Naqueles dias compreendi o que é o ser humano.

Mas nem todos são assim.

A primeira vez que o vi não dei muita importância, era apenas um velho gordo, de olhos tristes, acompanhado de uma mulher idosa que aparentava ser sua esposa e de um homem ainda jovem, que se vestia como um soldado. O rapaz havia sido ferido nos combates da invasão e voltara de um dos inúmeros fronts de batalha para convalescer em casa. Os nomes das pessoas não tinham importância naqueles dias.

Desde o início um grupo de cinco homens começou a aterrorizar os que estavam ali presos, tomando comida e água dos mais fracos, não se metiam com grupos familiares grandes ou com quem carregava armas pesadas, mas os outros sofriam. Eles estavam muito tempo de olho nas coisas da família do velho gordo.

Guardei muitas lembranças daqueles dias e as vezes me pego rememorando. Uma vez durante o anoitecer estávamos agitados pela fome, a sede e principalmente pelo medo quando uma confusão iniciou. O que houve foi muito rápido, os cinco encrenqueiros atacaram a mulher do velho gordo e o jovem tentou ajudar, mas foi rapidamente dominado por três deles enquanto um segurava e um outro retirava das bolsas os poucos mantimentos que ainda tinham. Dentre os que seguravam o rapaz um puxou uma faca e ia esfaqueá-lo quando escutamos o estampido. Parecia um tiro de canhão e todos dentro do abrigo ficaram paralisados. Um dos rapazes tentou puxar uma pistola, mas o homem gordo já havia encostado o revólver prateado em sua cabeça. Fiquei paralisada de medo enquanto os outros dominavam os algozes e os amarraram. A confusão no abrigo era grande naquele momento, eu não conseguia tirar os olhos do morto até meu irmão me tirar de lá. Não houve discussão depois daquilo.

A situação continuava insustentável, precisávamos sair dali, diminuir o número de pessoas ou sairmos todos. O cadáver não podia ficar lá. Então um grupo de pessoas, incluindo minha mãe resolveram bolar uma estratégia para podermos sair. A primeira coisa foi levar o corpo para fora, para o mais longe possível e ver se alguns poderiam sair.

Aprendemos logo que as criaturas estavam sempre de vigia. Depois de levarem o cadáver para fora do abrigo, três dos pequenos monstros apareceram e o arrastaram para longe.

Uma parte estava resolvida. Dois outros rapazes falavam, há dias que haviam deixado sacos de comidas em um dos prédios desabados da cidade que ficava a duas quadras de onde estávamos. Apesar do medo, eles haviam se prontificado a ir buscá-las, acreditavam que teriam mais sucesso se fossem apenas os dois durante a noite, mas precisariam de ajuda. O plano que traçaram era inteligente, ao mesmo tempo em que saíssem, outros quatro homens serviriam de isca chamando a atenção das bestas que, à época, rondavam o esconderijo.

Meu irmão tolamente ofereceu-se para ser uma das iscas. Eles eram os primeiros homens, dispostos a fazer algo para ajudar os que estavam presos no abrigo.

De imediato algumas pessoas se insurgiram contra o tão “brilhante plano”, minha mãe foi uma delas. Já havíamos perdido meu pai e o irmão mais novo dele durante a invasão e ela não estava disposta a ver o próprio filho devorado por uma daquelas coisas. Mas, quando os dois dias seguintes se passaram, a falta de água e de comida fez com que as opiniões mudassem, muitos dos que inicialmente eram contra a ideia, mudaram.

Lembro-me de procurar um lugar perto dos desmoronamentos para olhar, junto com outras pessoas, enquanto eles voluntários se afastavam até ver partes da criatura surgirem e começarem os gritos.

Mesmo depois de tanto tempo, ao fechar os olhos, posso revê-las com muita exatidão. Eram seres enormes em sua maioria. Aquela criatura era o topo da cadeia alimentar da época, uma das espécies que lembravam os lendários centauros, tinha seis pernas e dois braços que terminavam em pinças e uma cabeça monstruosa que nada parecia com um ser humano. Logo que aquela criatura chegou, afugentou as que estavam nas redondezas. Era interessante ver como que, na escuridão, os corpanzis brilhavam emitindo uma luz esverdeada impossível de confundir, outro detalhe medonho eram os enormes olhos que rodeavam a cabeçorra protegidos por enormes espinhos dourados que batiam entre si, como se avisassem de sua presença.

Até hoje penso que o nosso maior erro foi termos corrido para o abrigo, eram muitas pessoas e isso os atraiu.

Os dois rapazes nunca mais foram vistos, mas creio que algo aconteceu a eles, pois ouvimos gritos de terror e pedidos de socorro. Os outros quatro, que tentariam despistar a criatura, haviam sido cercados e se separaram. Um conseguiu chegar ao abrigo, já os outros ficaram presos em uma tubulação de ferro antiga e parcialmente soterrada por escombros do edifício antigo, onde mal cabia dois deles.

Depois de alguns minutos vimos um deles ser arrancado de dentro, despedaçado e devorado. Minha mãe e outras mulheres se desesperaram e para nós, restava apenas a esperança de meu irmão continuar vivo lá dentro.

As horas se passaram e víamos, a pouco mais de duzentos metros a agonia deles, assim como a sanha da criatura. Minha mãe então, desesperada, implorava por ajuda, homem por homem sendo a resposta sempre as mesmas: uns balançavam em negativo as cabeças, outros davam as costas e um disse-lhe rispidamente que ela mesma fosse salvar o próprio filho.

Minha mãe então se aproximou do casal de idosos e pediu ajuda. Talvez tenha sido algo nos olhos dela não sei, mas o homem gordo de olhos tristes se levantou, percebi que ele realmente faria alguma coisa, a mulher pediu-lhe que não fosse, pegou em suas mãos tentando fazer com que desistisse daquilo. Ele simplesmente lhe sorriu.

Foi até um dos encrenqueiros que estavam amarrados e falou alguma coisa, desamarrou-o e foram para a frágil entrada do nosso abrigo. Lá haviam algumas ferramentas antigas de trabalho abandonadas quando da invasão.

Confesso que além de meu irmão nunca soube o nome de nenhum deles, assim para diferenciá-los dos demais vou chamá-los de primeiro e segundo homens.

O primeiro homem, o jovem magro, correu em direção onde meu irmão e o outro rapaz estavam e começou a bater com uma marreta em uma estrutura de metal próxima, uma caldeira antiga de edifício talvez, atraindo a atenção da criatura e dando tempo para que o segundo homem, o velho gordo, atravessasse correndo o salão, passando pela estrutura onde meu irmão estava preso e subindo os degraus para o que restava do mezanino semidestruído o mais rápido que podia. Mesmo longe podíamos ver o esforço que ele fazia.

Hoje, mais de quatro décadas depois, ainda penso nele. Nunca tinha visto ninguém tão decidido, subiu os quatro lances de escadas com aquela alavanca de ferro nas mãos. Naquele instante havia chamado a atenção da criatura que já o estava caçando, tentando subir em um monte de entulhos para alcançá-lo.

O barulho e a confusão haviam chamado a atenção de criaturas menores que se mantinham ao largo, observando o desfecho do embate. Como eu, podiam pensar naquele momento: quem venceria? Seriam os homens nativos daquele mundo e que usavam a inteligência para sobreviver ou seriam as criaturas que haviam passado pelo portal, selvagens e mortais e que eram motivadas por uma fome interminável?

O primeiro homem chegou perto do gigante alienígena e arremessou a martelo contra sua cabeça. Ele era magro e forte, naquele momento vimos que também era veloz, correu em direção a porta de nosso abrigo quase sendo alcançado. Salvou-se ao saltar para a abertura nas portas de aço. Novas batidas de ferro contra ferro e a criatura voltou-se de novo contra o segundo homem emitindo um urro ensurdecedor, como se respondesse a um desafio. Eu sentia o tremor no chão enquanto da cavalgada da criatura durante a caça.

Ele não tem a menor chance, pensei. Todos começamos a gritar e alguns até se arriscaram a sair do abrigo para chamar a atenção do monstro.

O segundo homem então começou uma corrida, breve pela falta de espaço, o local não tinha mais que vinte metros de extensão quem sabe menos e saltou sobre a criatura, em um gesto que hoje eu não sei se foi loucura, se foi impensado ou como dizia minha mãe nos anos seguintes… apenas coragem.

Por instante, ainda o vejo no ar, enterrando a alavanca de metal na cabeça da criatura, batendo o corpo contra diversos espinhos que a protegiam e caindo sobre um monte de areia e entulho. Ele ainda se levantou e correu apoiado em uma perna, até a esquina do outro lado da rua.

A criatura, por sua vez, tinha uma alavanca de ferro atravessada em sua cabeça e urrava e agonizava enquanto galopava brevemente na direção contrária, até tombar definitivamente e servir de repasto aos monstros menores, que a desmembraram indo cada uma para um lado, nos deixando partir.

Começamos a sair aos poucos do abrigo, ainda levou alguns minutos para compreendermos que o perigo imediato havia passado. Minha mãe me arrastou pelos braços até onde estava meu irmão e o outro jovem, agora sentados em cima do tubo de metal onde haviam se escondido e de lá seguimos os outros, pois precisávamos entrar na zona segura se quiséssemos sobreviver.

Passamos por onde estava o segundo homem, o dos olhos tristes. Ele estava sentado, recostado na parede, pernas esticadas e ladeado pela mulher e filho. Penso que todos os que passavam, olhavam para ele e agradeciam por suas vidas, ao menos foi o que minha mãe fez.

Fiquei um pouco para trás e vi que alguns espinhos que cobriam os olhos da criatura havia lhe atravessado o ventre e o peito. Vi também o jovem praticamente arrastar a mãe quando o corpo do homem de olhos tristes finalmente tombou de lado no solo.

****

– Já partiremos senhora – informou o empregado da rede de aerotrilhos – em voz alta me trazendo de volta à realidade.

– Obrigado condutor – um homem idoso agradeceu em nome de todos os que estavam no vagão.

– Como demorou, não foi? – Afirmou a mulher ao meu lado.

– Sim – respondi laconicamente, ainda olhando para aquela esquina.

Apesar de o aerotrilho estar a uma altura superior a vinte metros e que os serviços apropriados da cidade há muito terem lhe dado um enterro digno, tenho a impressão de vê-lo ali.

Enquanto o transporte ganha velocidade faço uma oração e breves planos para o próximo fim de semana ou mesmo para quando for possível. Reunirei a família e mais vez lhes contarei como conseguimos escapar da morte certa e sobre alguém que nunca soube o nome e que nas lembranças de minha família é conhecido como o homem dos olhos tristes.

Fim

Um conto de Swylmar dos Santos Ferreira

Imagem meramente ilustrativa retirada de wallpaperclicker.com

 

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Publicado em 25 de novembro de 2018 por em Contos, Contos de Ficção Científica, Contos de Terror.

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