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Tempo das ilusões perdidas


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Eu vi coisas que vocês não imaginariam. Naves de ataque em chamas ao largo de Órion. Eu vi raios-c brilharem na escuridão próximos ao Portal de Tannhäuser. Todos esses momentos se perderão no tempo, como lágrimas na chuva.”  (¹)

Godfried passa o olhar pela estranha paisagem e em seu íntimo sabe que a está apreciando pela última vez, ao menos na companhia do Criador. Perdeu a conta das vezes que esteve ali na cidadela, nos grandes edifícios, monumentos antiquíssimos que segundo Tomás – o Criador – seria o berço de sua civilização.

Reconhecia que ele não era fácil de se dar e que muitos outros habitantes das Vilas circundantes à cidadela já não tinham a mesma paciência com ele. Mas estar com Tomás tinha vantagens como, por exemplo, estar no alto de uma das grandes edificações e poder ver ao longe onde findava a terra e o mar começava; ou ainda ouvir detalhes de como floresceram grandes civilizações planetárias ou simplesmente ouvi-lo contar qualquer outra de suas histórias. Ademais, sabia que este seria o último dia em que estariam juntos, ele disse que aquela seria a despedida, quando os portões da cidadela se fechariam para sempre.

O Calor era sempre intenso naquela época do ano e Gílson, o companheiro de Godfried no trato com o Criador agora reclamava mais que o normal. Godfried se perguntava por que Tomás tivera ao longo dos anos tanta paciência com os dois.

Aquele dia, o último, estava diferente, talvez fosse o calor ou simplesmente tivesse cansado de tudo aquilo, o fato é que Tomás nem mesmo se levantou de sua poltrona, chamou Gílson e pediu que se fosse, mandou-o ir cuidar de seus afazeres. Depois de poucos segundos olhou Godfried, deu um meio sorriso e voltou a olhar o horizonte.

Godfried ficou olhando Gílson se afastar em direção às escadarias que haviam se formado na edificação após uma simples gesticulação do Criador e lembrou que uma vez a mãe de Gílson, Dona Clara, falou o quão ele era privilegiado por ser um dos que guardavam o último dos criadores. Gílson descia as escadarias feitas de matéria mutável e agora caminhava rápido em direção aos portais da cidadela, em nenhum momento olhou para trás. Godfried começou a pensar em distâncias, em como as poucas dezenas de metros que distanciavam os dois, agora não se comparavam ao abismo que os separava de Tomás.

Certa vez Dona Clara falou sobre como foi à cidadela pela primeira vez e que o número dos criadores se reduziu drasticamente, para ela aquilo era um grande mistério, para Godfried apenas um fato da vida. Ela contou que a tecnologia que possuíam já não conseguia mantê-los vivos e sentia que seus mestres não viveriam muito mais.

Mas eles viveram.

Godfried caminhou em direção à escadaria para ver se seu amigo ainda estava à vista, infelizmente Gílson já passava por uma das saídas da cidade.

– É melhor assim – Tomás estava em pé e acenava para que Godfried se aproximasse – creio que ele não estava realmente preparado, meu filho. Faltou a ele tolerância e respeito.

O velho andou até perto do parapeito colocou as mãos por sobre os olhos e fitou ao longe o mar. Tocou em um dos pontos de seu implante no braço direito e com alguns gestos aumentou em poucos metros a beira da edificação.

Godfried como sempre, ficou fascinado com o Criador. Como ele fazia aquilo? Perguntou-lhe por diversas vezes, ao que ele respondia ser apenas tecnologia. Gostava de estar e passear com ele, no carro voador ou mesmo a pé pelos Vilarejos ou estradas ao redor da cidadela. Lembrou-se de uma vez quando o levou para um passeio às vilas, como ele observava as pessoas, notou claramente sua satisfação. Alguns poucos ousaram se aproximar, ele os chamava de filhos, acolhia a todos. Tomás era assim.

– Você aprendeu as histórias, gravou-as na cabeça, Godfried? – Tomás insistia.

Imediatamente o jovem sorriu. Esperava por aquele momento a meses, sabia o que significava cada sinal, cada letra daquele estranho alfabeto que lhes fora ensinado. Gílson talvez não soubesse, mas ele sabia.

– Mestre! Estou preparado. – falou olhando concentrado.

– Veremos então – respondeu Tomás virando-se e andando em direção ao interior da construção, onde dezenas de monólitos que se encontravam no andar abaixo, em um salão monumental, contavam a história de seu povo – eu começo e você termina – ele disse.

O jovem sorriu. Sentiu que toda a sua vida se resumia a aquele momento. Como tantas lembranças podiam vir a sua mente em tão poucos segundos, pensou.

Por um instante uma lembrança lhe veio a mente, foi em uma manhã fria que sua mãe o levou até a cidadela e o entregou aos que guardavam o lugar. Durante os anos que se seguiram, ele e outras crianças puderam aprender sobre aqueles que eram chamados criadores. Ele pessoalmente teve o privilégio de conhecer dois dele: Leandro e Tomás. Leandro, como era muito mais antigo que Tomás, conheceu pouco, ele adoeceu em um inverno rigoroso, tempos atrás e desapareceu.

Desaparecer pode ser um termo muito forte para os da espécie dos Criadores, a questão é que Godfried descobriu que eles, diferente dos de sua raça, ao morrer se transformavam em uma bola de luz e em seguida desapareciam. Viu isso em diversas imagens de hologramas que Tomás mostrou.

Tomás ainda permaneceu muitos anos com eles.

Claro que, principalmente devido à proximidade com as Vilas, a vida de Godfried sempre foi dividida. Apesar de passar muito tempo na cidadela com Tomás, visitava seus familiares por meses seguidos e mesmo depois que foi aceito como um dos que guardavam e serviam a Tomás continuou um contato salutar com sua família, principalmente a pedido do Criador. Não tinha o que reclamar, a não ser ficar sempre na companhia de um velho chato, como dizia Gilson…

O barulho de um banco de matéria mutável sendo arrastado libertou-o de seus pensamentos.

– Porque não saímos deste mundo? Porque criamos vocês? São essas suas perguntas meu filho?

O Jovem meneou positivamente a cabeça, abismado. Como conseguia saber o que ele pensava?

– Respostas simples meu caro, apesar de termos os meios, portais interdimensionais, astronaves que nos levaram a outros sistemas, outros planetas, já éramos muito poucos. Mas nem sempre foi assim – disse Tomás sorrindo.

– Em um dado momento a minha raça tornou-se uma civilização galáctica. Procuramos conviver com outras espécies, trabalhamos lado a lado com algumas e como capricho do destino apenas convivemos com outras.

– A sede de conhecimento foi a salvação de minha espécie. Mas nada neste universo tem duração eterna, mesmo um degrau na evolução pode ser encarado com desconfiança.

– Como lhe disse certa vez, nosso dna estava se deteriorando, não éramos em número suficiente para reverter um processo de extinção. Tentamos de tudo, inclusive a remixagem do nosso dna para aumentar o ciclo de vida, tentamos também em alguns casos fazer upload de conteúdos cerebrais para nossos ultra computadores quânticos.

Ele permaneceu sério olhando na direção de Godfried embora parecesse não vê-lo.

– Até que deixamos de lado a moralidade e demos início à criação de diversas espécies em diversos mundos, incluindo a sua, não apenas modificando uma criatura já existente, mas criando célula por célula um ser vivo que seria a nossa semelhança. Vocês.

– Optamos por vocês em relação às máquinas pensantes com inteligência artificial ou mesmo a clones. Consegue me entender?

– Sim Mestre – Godfried sentou ao chão para observar o Criador – estudamos que vocês criaram os clones e também os robôs e máquinas de inteligência artificial tão sofisticadas que habitaram este e outros mundos com vocês em eras idas. Não teria sido mais fácil retomar aqueles antigos projetos?

Tomás finalmente sentou. Olhava o jovem à sua frente com certo orgulho, precisava responder às perguntas, afinal seria a última vez que se viam.

– Sim, meu filho. As nossas máquinas de IA fizeram terraformação em centenas de planetas para nossas colônias, no ápice de nossa civilização houve casos onde tivemos que adaptar nossos corpos modificando propositadamente nosso código genético para sobreviver em planetas perigosos para nós. Em alguns casos a mudança foi tão radical que algumas colônias nunca mais se comunicaram conosco.

– Contudo nos casos de nossas tecnologias confesso que não deu certo, mesmo quando permitimos que as máquinas se desenvolvessem, que criassem outras de si mesmas, penso que eram por demais parecidas conosco. Em poucos séculos definharam e desapareceram. Vamos continuar?

Godfried se levantou e passou por cada um dos monólitos lendo seus conteúdos para Tomás que o observava. Já fizera isso tantas vezes que os sabia quase de cor, leu sobre a cidadela, localizada em cima de um plano alto onde poucas espécies de animais conseguiriam sobreviver, onde as vegetações eram tão diferentes do resto do planeta que um pesquisador menos avisado diria que eram espécies alienígenas. Contavam com um ambiente tão diferenciado naquele lugar que durante o dia as temperaturas chegavam a um valor tão alto quanto a maior floresta equatorial do planeta e durante a noite o frio era tão intenso que a névoa gelada tomava conta de todo o lugar, todo o planalto. Podia-se ainda dizer que de dia era verão e que à noite era inverno, ambos rigorosos. Aquele foi o lugar escolhido pelos últimos criadores para viver seus derradeiros dias. Para, ao longo de alguns séculos, desenvolver suas artes criativas, ajudando espécies nativas a sobreviver e (ou) simplesmente criando outras.

Continuou lendo a saga dos criadores desde seu início quando eram simples coletores, passando por suas principais descobertas científicas até seu final, tudo. Desde suas grandes vitórias até as suas piores derrotas, quando vivenciaram guerras intestinas que ameaçaram o futuro de sua civilização. Tudo estava escrito nos monólitos.

Godfried não conseguia entender como um povo que chegou a ter dezenas de bilhões de indivíduos reduziu-se a poucos milhões, depois alguns milhares e por fim a apenas um.

– Mestre – Godfried chegou bem perto de Tomás e pegou sua mão – Por que nos chama de seus filhos? Porque criou tudo isso e agora quer nos tirar. O que fizemos de errado?

O criador olhou profundamente em seus olhos.

– Você e suas múltiplas perguntas… nada fizeram de errado. Já lhe disse, quando conseguimos finalmente ultrapassar as barreiras impostas, começamos a corrigir nossos erros. Aqui em nosso mundo natal trouxemos de volta inúmeras espécies que havíamos extinguido ou, permitido que fossem extintas, tanto em terra como no mar e em alguns casos criamos outras. Vocês foram nossa maior criação, nossa imagem, nossa semelhança. Não os criar, teria sido o maior de nossos enganos.

– Quanto ao seu caso em particular, você é meu filho. Por um tempo a solidão quase me destruiu, isso não aconteceu graças a sua mãe. Ela esteve comigo por anos, foi meu apoio, minha amiga.

Godfried entendeu como uma confirmação do que sempre suspeitou, Tomás era seu pai. Não era de estranhar pois uma vez quando estava em casa sua mãe lhe confessou que Leandro era o pai dela, e como ela dizia, de alguns outros habitantes das Vilas também. Os Criadores haviam se misturado às criaturas.

Tomás olhou para o jovem e se satisfez com sua perspicácia. Sabia que sua espécie tentara de tudo para sobreviver. Criar seres humanos era perigoso, envolvia diversos problemas que precisavam ser resolvidos, ética era apenas um deles. Somente no final, quando a extinção era um fato, foi que resolveram criar aqueles que seriam os novos seres humanos. Eles sabiam que a Terra continuaria a existir, infelizmente sua espécie não.

– Poderia dizer – continuou Tomás – que criar vocês foi um modo de devolver à natureza o controle sobre este mundo. Construí-los não foi apenas usar enzimas de restrição na modelagem de códigos genéticos como fizemos em nós mesmos, não foi apenas criar uma segunda dentição para quando se tornassem adultos. Lhes demos um período de vida, curto ou longo não importa, é um prazo de validade, se é que podemos chamar assim.

– Não queríamos cometer o mesmo erro que cometemos conosco. Por puro egoísmo, por vaidade ou para viver mais, mudamos tecnologicamente a nossa data de validade, primeiro ela foi apenas alterada, prolongada e depois, com o passar dos séculos, foi excluída. Não envelhecíamos mais, não reproduzíamos mais. As doenças humanas foram extintas apenas manipulando nosso dna.

O Criador agora estava bem perto de sua criatura, sorria orgulhoso como um pai ao filho quando ele completa uma tarefa com êxito e continuou falando.

– No processo de melhorar os seres humanos abrimos a caixa de Pandora, ao aproveitarmos completamente a tecnologia de engenharia genética, perdemos parte de nossa individualidade. Tudo bem que erradicamos o envelhecimento e as doenças que poderiam nos dizimar, mas e depois? O que fizemos com toda a nossa tecnologia?

Godfried viu um desgosto profundo na face do Criador, seus olhos lacrimejaram e uma lágrima solitária correu em seu rosto. Suas mãos tocaram o implante e instantaneamente a imagem de dezenas, centenas de outros Criadores apareceram no salão. Godfried nunca os havia visto, eram jovens e belos.

– Teríamos a coragem de fazer upload cerebral para dentro de nossos computadores? Mas e quando estivéssemos cansados de tudo e desejássemos a eternidade, como faríamos? Viver por séculos, milênios em seu próprio corpo era uma coisa, mas viver para sempre como apenas uma impressão cerebral na nuvem computacional era outra. Isso seria viver uma realidade virtual. Já me perguntei milhões de vezes. Isso é viver? Sim? Não? Penso que não teríamos mais vida. E seríamos o que então?

– Uns optaram pelo upload cerebral, outros, a imensa maioria não. Decidiram viver como humanos. Os que tomaram a decisão de viverem como humanos, optaram também por não manipularem mais o próprio genoma e deixaram o curso de suas vidas seguir.

Godfried ficou olhando seu Criador por longos momentos, ele como sempre mostrava tranquilidade.

– A decisão foi tomada há muito tempo. Agora eu apenas a confirmo.

Tomás fez um gesto e surgiu um módulo do chão. Passou as mãos sobre ele e um tremor atingiu o solo deixando Godfried preocupado. O Criador sorriu.

– Não tema. Os portões da cidade eterna se fecharão e amanhã pela manhã, vocês deverão seguir seu próprio caminho. Siga com os de sua Vila para a região que lhe apontei perto da confluência do rio com o mar. Chegando, comecem o plantio dos grãos. Ainda lembra como fazer as embarcações? Como fazer construções?

Godfried assentia com a cabeça a cada pergunta do Criador.

– Lembre-se – continuou Tomás – eu não lhes tirei nada. Ao contrário, lhes dei tudo. Todo um mundo onde vocês viverão e evoluirão. Todo ele é de vocês. Lembre-se do implante em seu braço, não é como o meu mas lhe será de grande valia.

– Eu, contudo devo ir. Quando isso acontecer, a cidadela ficará inalcançável para vocês.

Godfried sentou-se aos pés do Criador. Estava com lágrimas nos olhos e suas mãos tremiam.

– Meu senhor. E se falharmos? E se sucumbirmos?

Tomás pegou suas mãos e o levantou, abraçou o jovem e olhou dentro de seus olhos.

– Então o meu povo falhou miseravelmente. Mas não teremos falhado apenas com vocês, significa que falhamos com a natureza, com a evolução, que falhamos principalmente com nós mesmos. Não soubemos educá-los, dar-lhes a vontade necessária de sobreviver.

Com um gesto abriu uma das paredes da edificação e com outro formou a escadaria que levaria Godfried até as ruas para que voltasse à Vila onde morava. Viu-o descer e caminhar pelas ruas até sair da cidadela, formou muro de concreto e voltou para o terraço da edificação, voltando a observar ao longe a confluência do continente com o mar.

****

Aquele fim de tarde estava especialmente quente, Godfried sabia que cada uma das Vilas rumou para um local diferente, indo para onde o Criador lhes determinou. As pessoas da Vila de Godfried levaram dias para chegar ao local indicado.

Outros dias se passaram e eles aos poucos iam esquecendo a cidadela, à medida que se ocupavam em levantar casas, plantar, pescar, se esqueciam do que ficou para trás, enfim tinham outra vida agora e estavam cada dia mais felizes, menos um deles, justamente seu líder. Godfried ainda olhava com saudades para o Planalto ao longe onde conviveram tantos anos com o Criador.

Certo dia sentiu um tremor no chão e ele foi o primeiro a sair de sua casa e olhar em direção a cidadela e viu o lugar se elevar até se transformar em enorme montanha acobertada por nuvens perto do céu. Enquanto alguns apontavam para as novas montanhas incrédulos e outros assustados corriam para se esconder, Godfried percebeu que jamais voltariam à cidadela, seus portões estavam cerrados para a eternidade, Tomás não existia mais.

Um conto de Swylmar Ferreira

Imagem meramente ilustrativa retirada de: future_city_concept_by_rich35211-d8yv9mx.jpg

(1) Dialogo do filme Blade Runner.

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Publicado às 12 de fevereiro de 2018 por em Contos de Ficção Científica e marcado .

A saga de um andarilho pelas estrelas

DIVULGAÇÃO A pedido do autor Dan Balan. Sinopse do livro. Utopia pós-moderna, “A saga de um andarilho pelas estrelas” conta a história de um homem que abandona a Terra e viaja pelas estrelas, onde conhece civilizações extraordinárias. Mas o universo guarda infinitas surpresas e alguns planetas podem ser muito perigosos. O enredo é repleto de momentos cômicos e desconcertantes que acabam por inspirar reflexões sobre a vida e a existência. O livro é escrito em prosa em dez capítulos. Oito sonetos também acompanham a narrativa. (Editora Multifoco) Disponível no site da Livraria Cultura, Livraria da Travessa, Editora Multifoco. Andarilho da estrela cintilante Por onde vai sozinho em pensamento, Fugindo dessa terra de tormento, Sem paradeiro certo, triste errante? E procurar o que no firmamento, Que aqui não encontrou sonho distante Nenhum outro arrojado viajante? Volta! Nada se perde com o tempo... “Felicidade quis, sim, encontrar Nesse vasto universo, de numerosas, Infinitas estrelas, não hei de errar! Mas ilusão desfez-se em nebulosas, Tão longe descobri tarde demais: Meu amor deste lugar partiu jamais!”

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